As 5 lembranças de infância que eu guardo até hoje...

Bem, me vieram algumas lembranças de infância enquanto eu estava contribuindo para os posts do Wavel, e achei que seria um bom tema. Tem coisas que acontecem quando a gente é pequeno que ficam gravadas na memória. Eis 5 delas:

1) Um dia, quando eu estava me vestindo para ir a uma festinha de algum priminho pentelho, na hora de fechar o zíper da calça, o malvado prendeu na "área de lazer". A pele entrou no trilho do zíper e eu gritava feito um condenado. Meu pai demorou uma hora limando o zíper pra conseguir me libertar. E como se não bastasse, isso aconteceu duas vezes na minha infância. Nem sei como eu não fiquei com a área debilitada pro resto da vida:)))

2) Como o meu cabelo era muito liso e escorrido, minha mãe, em dia de festa, sempre passava laquê nele pra franja não cair no olho. Meu cabelo ficava parecendo um capacete duro que, mesmo nas brincadeiras mais agitadas da criançada, continuava eu lá, sem um fio fora do lugar. Ninguém merece..hahahah!

3) Eu havia acabado de ganhar um balão de gás do meu pai. Estava numa felicidade só. Mas pensei: "Coisa estranha. Como esse balão fica sempre pra cima e não cai?" Poucos minutos após falar isso, aproveitei que meu pai estava dormindo no sofá da sala, peguei o seu isqueiro e acendi o balão. Bem, com a explosão, meu pai deu um pulo de susto e com a cara pálida viu a cena: eu com toda franja chamuscada, os cílios torrados, a cara vermelha, os olhos arregalados e com um barbante na mão pendurado pra baixo com um cotoco de balão na ponta. Bem, antes descobrir que gás é inflamável colocando fogo num balão, que num bujão de gás :)

4) Minha mãe sempre me limpava com cuspe :))) Tem até comunidade do orkut pra isso. Principalmente remela no olho da gente ela tirava com cuspe...ugh.... credo!!!! hahahah! Coisa nojenta!!

5) Estávamos passando o fim de ano na praia, em Itanhanhém. Eu levei a cadeira de praia pra beira do mar e o mar levou. Minha mãe disse: "vá buscar a cadeira e não volte sem ela!". Tinha uns 7 anos de idade. Entrei no mar pra procurar e o mar foi me levando pro lado. Quando sai do mar, estava há centenas de metros do local onde minha mãe estava. Tentei voltar pra cidade e achar a casa, sem sucesso. Resumo da ópera: passei das 10 da manhã às 6 da tarde perdido, com fome e sede, torrando no sol, quando a polícia me achou. Detalhe: meus parentes, quando foram me procurar, só viram os meus chinelinhos na beira do mar e minha mãe passou 8 horas achando que tinha morrido afogado tentando achar a cadeira:)

Esse tema também dá muito mais que 5, mas por hora tá bom demais!

Beijo pra quem é de beijo, abraço pra quem é de abraço.
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